Em interrogatório à Polícia Civil, o tenente-coronel Geraldo Neto, preso por ser suspeito de matar a esposa Gisele Alves Santana com um tiro na cabeça dentro do apartamento do casal no Brás, Centro de São Paulo, afirmou que “nunca foi bandido” e que sempre “salvou vidas”, ao defender sua conduta. Geraldo foi preso preventivamente na quarta-feira (18), quando se tornou réu na Justiça por feminicídio e fraude processual.
Ele fez uma defesa enfática de sua honra e trajetória profissional de 35 anos na Polícia Militar ao falar sobre o caso à Polícia Civil. Ao explicar por que sua primeira reação após o ocorrido foi abrir a porta do apartamento para os policiais que chegavam, ele disse que buscou afastar qualquer suspeita de adulteração da cena
Em seguida, Geraldo declarou: “Eu nunca fui bandido, doutor. Eu sempre salvei vidas, prendi criminosos”. Ele também reiterou que sempre pautou sua conduta pelos parâmetros da Polícia Militar, afirmando que foi ensinado por sua mãe a agir corretamente e que sempre seguiu seus princípios religiosos em sua carreira. G1

















