Foto: Alan Dantas/Ascom SSP

Policiais militares de dez novas unidades começaram a utilizar as Câmeras Corporais Operacionais (CCOs) em Salvador e na Região Metropolitana. Com a chegada dos equipamentos às novas companhias e batalhões, a Bahia atingiu a marca de 23 unidades que já contam com a inserção do equipamento. Em entrevista ao Portal A TARDE, o secretário de Segurança Pública do Estado, Marcelo Werner, informou que a ampliação faz parte da terceira fase do projeto e que a pasta continua trabalhando para aumentar o número de equipamentos.

“Um pouco mais de um ano após as primeiras unidades receberem as câmeras corporais operacionais, nós estamos agora chegando à terceira fase, instalando mais câmeras em outras dez unidades da capital e da região metropolitana, totalizando 23 unidades contempladas. Esses equipamentos têm como objetivo dar transparência e proteção ao policial, além de serem utilizados como meio de prova e de aperfeiçoamento da atividade e do ensino da doutrina de abordagem policial”, explicou.

“Nós estamos trabalhando com as câmeras corporais para atender todas as unidades que atuam em Salvador e na Região Metropolitana. Neste primeiro momento, estamos ampliando para mais dez unidades. Nós já tínhamos em 13 e agora estamos expandindo para mais dez, ampliando o número para 23”, informou o comandante-geral da Polícia Militar, Antônio Carlos Silva Magalhães.

O coronel ressaltou ainda que pretende expandir o uso do equipamento para o interior do estado. Estamos vendo ainda a possibilidade de adquirir mais 200 câmeras, que pretendemos estender para o interior do estado, inicialmente para a cidade de Feira de Santana

Próxima remessa: “4ª fase”

A SSP está viabilizando o acesso a novos equipamentos para iniciar o que a pasta chama de “quarta fase”. Segundo o secretário Marcelo Werner, existe uma programação a ser seguida, e há parcerias com o governo federal para viabilizar a expansão. No entanto, ainda não há uma data definida para a chegada das novas câmeras.

“Nós temos uma programação, mas não temos como precisar datas. Naturalmente, há uma quantidade de câmeras contratadas. Temos também as câmeras que foram doadas por meio de convênio com o Ministério da Justiça, e outras ainda que serão doadas através de outro acordo de cooperação com o próprio Ministério da Justiça”. Ele também destacou a importância do apoio interinstitucional para garantir a continuidade do projeto.

“Estamos em diálogo com a área sistêmica do governo, porque, além do avanço tecnológico, há um custo financeiro. Cada câmera instalada e colocada à disposição do policial representa um gasto. Então, estamos buscando — e vamos continuar buscando — esse diálogo com os setores responsáveis pela parte orçamentária e financeira, para que possamos, além dessa terceira fase que acabamos de lançar, avançar em novas etapas até alcançar todas as unidades da capital”, completou. A Tarde