Monalisa Gonçalves Tavares (União Brasil) foi afastada do cargo de prefeita de Ibicaraí, cidade que fica a 337 km de Salvador, na quarta-feira (16), após a Câmara de Vereadores da cidade cumprir a decisão do Ministério Público Federal (MPF).
A ex-prefeita da cidade foi condenada pelo órgão federal ainformar, devido a improbidade administrativa. A decisão resultou na extinção imediata do mandato. Nas redes sociais, ela comentou o assunto no dia 10 de julho.
Também nas redes sociais, o advogado da ex-gestora, Jerbson Moraes, divulgou uma nota, onde a afirma que ela foi “punida com base em uma sanção que não existe mais na legislação brasileira”, a Lei de Improbidade. A lei ainda existe, mas em 2021 passou por mudanças após o então presidente Jair Bolsonaro sancionar o projeto que a flexibilizava.
De acordo com a assessoria da câmara, a sessão contou com a presença dos onze vereadores: Francisco Henrique (presidente), Alam Rogério (1º secretário), Demétrio Castro (2º secretário), Herbert Santana (vice-presidente), Edivaldo dos Santos, Guilherme Cardoso, Leonardo Alves, Rozenildo Malaquias, Clícia dos Santos Nascimento, Valdinei Oliveira e Alisson Carvalho.
Ainda conforme a Câmara de Vereadores de Ibicaraí, o vice prefeito Jonathas Soares (Republicanos) vai tomou posse do cargo nesta quinta-feira (17).
Quem é Monalisa Tavares
Conhecida como Dra. Monalisa, a baiana é médica e tem 58 anos. Antes de ser afastada do cargo, ela foi eleita prefeita de Ibicaraí por três vezes, sendo a primeira em 2004.
Monalisa também participou de eleições entre 2008 e 2016, mas não foi reeleita. Venceu novamente o pleito em 2020 e foi reeleita no ano passado.
Nas últimas eleições, a baiana natural de Itabuna declarou R$ 710 mil em bens: uma casa de R$ 500 mil, um carro de R$ 30 mil e um galpão de R$ 180 mil. G1

















