O deputado federal Leo Prates (Republicanos), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1, defendeu que o governo tenha um período de transição para reduzir de 44 horas para 40 horas a carga horária de trabalho no Brasil. Parlamentar tem sugerido um escalonamento de dois a cinco anos.
De acordo com Leo Prates, em reunião com ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada na terça-feira (19), os titulares pedem que não seja implantada uma transição para a mudança na carga horária.
“Ontem foi defendido, e aí me assustou, nenhuma transição. Aí acho muito pesado, muito ruim”, disse o deputado para a Folha de São Paulo.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), cravou na quarta-feira (20), ser contra qualquer transição.
Leo Prates pontua que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), não colocará a PEC para votação caso não seja apresentada alguma transição para que as empresas se adaptem à redução da jornada.
A divergência de ideias ocasionou o adiamento da PEC na comissão especial da Câmara anteriormente marcada para esta quarta-feira (20). Agora, a previsão é que o documento seja apresentado na segunda-feira (25). Bocão News

















