O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou a retomada do “fluxo ordinário” de ações de perícia e depoimentos nas investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) no caso do Banco Master. A decisão vem após o relator anterior do caso, ministro Dias Toffoli, ter determinado em janeiro que bens e documentos apreendidos pela PF fossem lacrados e armazenados no STF.
Mais tarde, o ministro decidiu que o material fosse enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR). Ainda naquele mês, o então relator indicou quais peritos da PF poderiam analisar material apreendido pelos investigadores em operações envolvendo o caso.
Por fim, no último dia 12, Toffoli também determinou que os dados de todos os celulares apreendidos e periciados no caso Master fossem enviados ao STF. No mesmo dia, ele deixou a relatoria do caso – Mendonça foi sorteado o novo relator.
Na prática, a decisão desta quinta derruba restrições impostas por Toffoli ao trabalho dos peritos e investigadores. O ministro também reduziu o sigilo determinado pelo colega para o caso – do chamado nível 4, sigilo máximo, para o nível 3, sigilo padrão. G1

















