Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o chamado “Conselhão”, se reúne nesta quinta-feira (04), em Brasília, para a última reunião do ano. Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o encontro deve trazer discursos com sinalização de rumos para a economia do país, principalmente após o tarifaço imposto pelos EUA e os recentes recuos do presidente Donald Trump em relação ao Brasil.

🔎O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, conhecido como “Conselhão”, reúne ministros, empresários e ativistas que discutem e sugerem ao governo políticas públicas em diferentes áreas.

A programação do evento prevê também um balanço das atividades desenvolvidas por integrantes do colegiado na COP 30 e uma série de anúncios governamentais e do próprio conselho. Representantes da sociedade civil devem entregar ao presidente Lula um documento listando propostas de prioridades e recomendações para os próximos anos.

Esse será o sexto encontro do tipo desde que o órgão foi recriado, em 2023. A reunião acontecerá no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores. A previsão é de que a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, faça a abertura do encontro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faça um discurso de encerramento.

As declarações devem trazer um paralelo da situação de crise com os EUA que o país estava na última edição do Conselhão, em agosto deste ano, e de como o tema se desenrolou até agora. Um dos pontos principais das falas deve ser o fortalecimento da segurança para investidores no país e também um balanço positivo da economia e de estabilidade política e democrática.

Também estarão presentes o vice-presidente, Geraldo Alckmin, os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Renan Filho (Transportes), Jader Filho (Cidades), Frederico de Siqueira Filho (Comunicações), Paulo Teixeira (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), Vinícius de Carvalho (Controladoria-Geral da União), e a secretária-Geral do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha. G1