O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, atribuiu o estouro da meta de inflação em 2025 à atividade econômica aquecida, ao câmbio, ao custo da energia elétrica, além de anomalias climáticas.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, teve alta de 5,35% no acumulado dos últimos 12 meses –de julho de 2024 a junho de 2025.
O resultado ficou acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta para o ano era de 3% e seria considerada formalmente cumprida se ficasse em um intervalo entre 1,5% e 4,5%.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, atribuiu o estouro da meta de inflação em 2025 à atividade econômica aquecida, ao câmbio, ao custo da energia elétrica, além de anomalias climáticas.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, teve alta de 5,35% no acumulado dos últimos 12 meses –de julho de 2024 a junho de 2025.
O resultado ficou acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta para o ano era de 3% e seria considerada formalmente cumprida se ficasse em um intervalo entre 1,5% e 4,5%.
O documento cita ainda “os efeitos de anomalias climáticas” e “a piora do cenário hídrico resultou em mudanças da bandeira tarifária de energia que pressionaram a inflação”.
“Houve altas mais intensas que as antecipadas no preço da gasolina, na inflação subjacente dos preços de serviços, nos preços de alimentos industrializados (em particular, do café) e nos preços de alguns bens industriais, como os do vestuário e de automóveis”, diz a carta. G1

















