O ministro Luís Roberto Barroso preside nesta quinta-feira (25) sua última sessão plenária à frente do Supremo Tribunal Federal (STF). Na próxima segunda-feira (29), ele será sucedido pelo ministro Edson Fachin, conforme o sistema de rodízio que segue a ordem de antiguidade dos integrantes da Corte, com mandatos de dois anos.
Durante a sessão, Barroso deve apresentar um balanço de sua gestão. Entre os temas em pauta, está a retomada do julgamento que discute os limites do sigilo de pesquisas na internet em investigações criminais.
Barroso assumiu a presidência do STF em setembro de 2023, após a aposentadoria da ministra Rosa Weber, em um período marcado por desafios institucionais e ameaças à democracia, especialmente após os atos de invasão às sedes dos Três Poderes.
Eleição
Os ministros do STF, Edson Fachin e Alexandre de Moraes, foram eleitos presidente e vice-presidente da Suprema Corte, em votação no dia 13 de agosto.
Os magistrados exercerão a função pelos próximos dois anos. A posse está marcada para 29 de setembro. Os dois foram eleitos de forma simbólica, cada um com 10 votos para sua devida função.
Tradicional e historicamente, um ministro não vota em si. Pelo regimento do STF, a sucessão é feita pela ordem da antiguidade, ou seja, é ocupada pelo ministro mais antigo que ainda não ocupou o cargo. Bahia.ba

















